Leitura e estudo

9 minuto(s) de leitura

Como estamos trabalhando a distância, a leitura e o estudo individual são componentes centrais da nossa disciplina. Não espere que a videoconferência vá suprir todo o conteúdo do qual você precisa para adquirir as competências e realizar as atividades! Antes, a videoconferência é uma ocasião para esclarecer dúvidas sobre pontos do conteúdo e sobre a aplicação desse conhecimento nas tarefas. Por isso, trate sempre de fazer as leituras com antecedência.

Notas de aula

As notas de aula formam o tronco central de TAU 0005. Elas estão precisamente alinhadas com os tópicos de cada semana e com as competências de cada Unidade. A cada semana, você encontra no Moodle a versão escrita desse conteúdo, assim como um link para as videoaulas gravadas. Estude esse conteúdo com atenção, pois ele é essencial para compreender o que esperamos de você nas atividades.

As notas escritas e as videoaulas no YouTube têm exatamente o mesmo conteúdo. Portanto, fique à vontade para escolher o meio que preferir. No entanto, nem todos os tópicos estão cobertos por videoaulas.

Livro-texto

Ching, Francis D. K., Mark M. Jarzombek, e Vikramāditya Prakāsh. História global da arquitetura. Traduzido por Alexandre Salvaterra. 3.ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2016.

O livro-texto oferece um sobrevoo introdutório dos temas históricos tratados ao longo do semestre. As páginas relevantes para cada tópico estão indicadas nas notas de aula, e vão ser discutidas nas videoconferências de cada semana.

Acesse o site da Biblioteca Central. Pesquise pelo livro usando a Busca integrada (função de busca padrão da BCE). Na visualização do resultado, clique no link View record at Minha Biblioteca. Faça login no serviço de leitura online usando as suas credenciais da BCE (CPF e senha usada no balcão de empréstimo).

Tratados de arquitetura tradicional e clássica

As obras indicadas abaixo são os pontos de partida mais indicados para a elaboração das atividades, e devem ser estudadas com afinco. Elas estão disponíveis na área de arquivos do Aprender 3 ou no link indicado.

  1. Chitham, Robert. The Classical Orders of Architecture. 2. Ed. Amsterdam: Architectural Press, 2005.
  2. Harbeson, John F. The Study of Architectural Design: With Special Reference to the Program of the Beaux-Arts Institute of Design. New York: Pencil Points, 1926. https://hdl.handle.net/2027/mdp.39015014100054.
  3. Liang, Sicheng. A Pictorial History of Chinese Architecture: A Study of the Development of Its Structural System and the Evolution of Its Types = 图像中国建筑史. Organizado por Wilma Fairbank. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1984.
  4. Ragette, Friedrich. Traditional Domestic Architecture of the Arab Region. Third. Stuttgart: Menges, 2012.
  5. Segurado, João Emilio dos Santos. Edificações. Construcção civil. Lisboa: Bibliotheca de instrucção profissional, [s.d.].
  6. Vignola, 1507-1573, e Pierre Esquié. The Five Orders of Architecture; the Casting of Shadows and the First Principles of Construction, Based on the System of Vignola. Boston, Mass.: Bates & Guild co., 1890. http://archive.org/details/ack7852.0001.001.umich.edu.
  7. Kamayurá (povo). Manual da arquitetura kamayurá. São Paulo: Escola da Cidade, 2019. https://issuu.com/annajubs/docs/190812_casakamayurasingles.
  8. Pereira da Costa, Francisco. Enciclopédia prática da construção civil. Lisboa: Edição do autor : Portugália, 1955.
  9. Vignola. The American Vignola. Traduzido por William Robert Ware. Vol. 2. Scranton: International Textbook, 1904. http://archive.org/details/americanvignola00vigngoog.
  10. ———. The American Vignola. Traduzido por William Robert Ware. Vol. 1. Scranton: International Textbook, 1902. http://archive.org/details/cu31924016228565.
  11. Vitrúvio. Tratado de arquitetura. Traduzido por M. Justino Maciel. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  12. Vasconcellos, Sylvio \noopsortvasconcellosde. Arquitetura no Brasil, sistemas construtivos. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1979.
  13. Vignola, Giacomo Barozzi \noopsortvignolada. Regras das cinco ordens de architectura segundo os principios de Vignhola : com um ensaio sobre as mesmas ordens feito sobre o sentimento dos mais celebres architectos. Traduzido por José Calheiros de Magalhães \noopsortandradee Andrade. Lisboa: Typographia Universal, 1876. http://archive.org/details/regrasdascincoor00vign.

Há um grande número de edições e traduções do tratado de Vitrúvio disponíveis online, produzidas desde o século XV até os dias de hoje. Algumas têm ilustrações que facilitam a compreensão do texto, com destaque para a versão italiana de Cesare Cesariano (1521), a tradução francesa de Claude Perrault (1673) e a americana de Morris Morgan (1914).

A Enciclopédia prática de Pereira da Costa é um compêndio exaustivo de sistemas e técnicas de construção produzido em torno da metade do século XX. Por causa disso, além da construção tradicional, ela inclui uma série de sistemas modernos em concreto (betão), aço e outros materiais. Exerça o seu discernimento ao consultar essa referência!

Manuais de desenho arquitetônico

Você deve aprender muitas convenções de representação na disciplina Desenho Arquitetônico. Em qualquer caso, as indicações de leitura abaixo podem ser úteis para tirar dúvidas ou adquirir habilidades mais avançadas. Os dois livros do Ching estão disponíveis em formato eletrônico pela BCE.

  1. Ching, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. Traduzido por Alexandre Salvaterra. 6.ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2017.
  2. ———. Desenho para arquitetos. Traduzido por Alexandre Salvaterra. 2.ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.

Bibliografia básica

A bibliografia básica representa um corpo de conhecimentos mínimo para entender o conteúdo da disciplina, mas não esgota as referências necessárias para realizar os trabalhos. A maior parte dos títulos indicados está disponível em formato eletrônico no catálogo da BCE, ou na área de arquivos do Aprender 3.

  1. Benevolo, Leonardo. História da cidade. 3.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
  2. Fazio, Michael, Marian Moffett, e Lawrence Wodehouse. A história da arquitetura mundial. Traduzido por Alexandre Salvaterra. Porto Alegre: Bookman, 2011.
  3. Lawrence, A. W. Arquitetura grega. Traduzido por Maria Luiza Moreira Alba. São Paulo: Cosac & Naify, 1998.
  4. Robertson, D. S. Arquitetura grega e romana. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Bibliografia complementar

A bibliografia complementar oferece um aprofundamento opcional em conteúdos mais específicos, bem como discussões teóricas relevantes para a abordagem desta disciplina. Vários títulos estão disponíveis em acesso livre nos links indicados, ou então em formato eletrônico no catálogo da BCE, ou ainda na área de arquivos do Aprender 3.

  1. Cody, Jeffrey W, Nancy S Steinhardt, e Tony Atkin, orgs. Chinese Architecture and the Beaux-Arts. Honolulu : [Hong Kong]: Hawai’i University Press : Hong Kong University Press, 2011. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=3413560.
  2. Petruccioli, Attilo, e Khalil K Pirani, orgs. Understanding Islamic Architecture. Florence: Taylor and Francis, 2013. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=1395274.
  3. Ulrich, Roger Bradley, e Caroline K. Quenemoen, orgs. A Companion to Roman Architecture. Chichester, West Sussex : Malden, Mass.: Wiley Blackwell, 2014.
  4. Adams, Cassandra. “Japan’s Ise Shrine and Its Thirteen-Hundred-Year-Old Reconstruction Tradition”. Journal of Architectural Education 52, nº 1 (1998): 49–60. http://www.jstor.org/stable/1425495.
  5. AlSayyad, Nezar. “Virtual Cairo: An Urban Historian’s View of Computer Simulation”. Leonardo 32, nº 2 (1999): 93–100. http://www.jstor.org/stable/1576690.
  6. Alonso Pereira, José Ramón. Introdução à história da arquitetura: das origens ao século XXI. Traduzido por Alexandre Salvaterra. First. Porto Alegre: Bookman, 2010.
  7. Ballantyne, Andrew. As mais importantes edificações da pré-história à atualidade: plantas, cortes e elevações. Traduzido por Alexandre Salvaterra. Porto Alegre: Bookman, 2012.
  8. Bourgeois, Jean-Louis. “The History of the Great Mosques of Djenné”. African Arts 20, nº 3 (1987): 54–92. https://doi.org/10.2307/3336477.
  9. Bozdoğan, Sibel. “Architectural History in Professional Education: Reflections on Postcolonial Challenges to the Modern Survey”. Journal of Architectural Education 52, nº 4 (maio de 1999): 207–15. https://doi.org/10.2307/1425410.
  10. Carreira, Eduardo, e Villard de Honnecourt. Estudos de iconografia medieval: o caderno de Villard de Honnecourt, arquiteto do século XIII. Brasília: Editora UnB, 1997.
  11. Chang, K. C. “Urbanism and the King in Ancient China”. World Archaeology 6, nº 1 (1974): 1–14. http://www.jstor.org/stable/124175.
  12. Chastel, André. A arte italiana. Traduzido por Antônio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
  13. Chen, Zhao. “Elevation or Façade: A Re-Evaluation of Liang Sicheng’s Interpretation of Chinese Timber Architecture in the Light of Beaux-Arts Classicism”. In Chinese Architecture and the Beaux-Arts, organizado por Jeffrey W Cody, Nancy S Steinhardt, e Tony Atkin, 193–203. Honolulu : [Hong Kong]: Hawai’i University Press : Hong Kong University Press, 2011. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=3413560.
  14. Ching, Francis D. K., Mark M. Jarzombek, e Vikramāditya Prakāsh. História global da arquitetura. Traduzido por Alexandre Salvaterra. 3.ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2016.
  15. Chueca Goitia, Fernando. Breve historia del urbanismo. Fourth. Madrid: Alianza, 1977.
  16. Corona Martínez, Alfonso. Ensaio sobre o projeto. Traduzido por Ane Lise Spaltemberg e Sylvia Ficher. Brasília: Editora UnB, 2000.
  17. Crespo, Raúl Arnaldo Gómez, e Alfonso Corona Martinez. “Principles of Classical Composition in Architecture and Urban Design”. Journal of Architectural Education 36, nº 1 (1982): 24–25. https://doi.org/10.2307/1424604.
  18. Duby, Georges, e Michel Laclotte. História artística da Europa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
  19. Feng, Jiren. Chinese Architecture and Metaphor: Song Culture in the Yingzao Fashi Building Manual. Spatial Habitus. Honolulu : [Hong Kong]: University of Hawai’i Press ; Hong Kong University Press, 2012.
  20. Fletcher, Banister F. History of Architecture on the Comparative Method. London: University of London, 1961.
  21. Fukuyama, Toshio. Heian Temples: Byodo-in and Chuson-Ji. New York: Weatherhill, 1976.
  22. Gabriel, J. François. Classical Architecture for the Twenty-First Century: An Introduction to Design. New York: W. W. Norton & Co. in association with the Institute of Classical Architecture and Classical America, 2004.
  23. Harbeson, John F. The Study of Architectural Design: With Special Reference to the Program of the Beaux-Arts Institute of Design. New York: Pencil Points, 1926. https://hdl.handle.net/2027/mdp.39015014100054.
  24. Hillenbrand, Robert. Islamic Art and Architecture. New York: Thames and Hudson, 1999.
  25. Jarzombek, Mark. Architecture of First Societies: A Global Perspective. Hoboken, N.J.: Wiley, 2013.
  26. Panerai, Philippe. Análise urbana. Traduzido por Francisco Leitão. Brasília: Editora UnB, 2006.
  27. Panofsky, Erwin. Arquitetura gótica e escolástica: sobre a analogia entre arte, filosofia e teologia na Idade Média. Traduzido por Wolf Hörnke. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
  28. Richardson, Lawrence. Pompeii: An Architectural History. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1988.
  29. Roth, Leland M. Entender a arquitetura: seus elementos, história e significado. Traduzido por Joana Canedo. Barcelona: Gustavo Gili Brasil, 2017.
  30. Schapiro, Meyer. Romanesque Art. New York: G. Braziller, 1977.
  31. Senseney, John R. The Art of Building in the Classical World: Vision, Craftsmanship, and Linear Perspective in Greek and Roman Architecture. New York: Cambridge University Press, 2011.
  32. Stalley, Roger A. Early Medieval Architecture. Oxford History of Art. Oxford: Oxford Univ. Press, 1999.
  33. Steinhardt, Nancy Shatzman. Chinese Architecture. New Haven: Yale University Press, 2002.
  34. Sternberg, Maximilian. Cistercian Architecture and Medieval Society. Brill’s Studies in Intellectual History. Leiden ; Boston: Brill, 2013. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=1367791.
  35. Stierlin, Henri. O Império Romano: dos etruscos ao declínio do império romano. Köln: Taschen, 2002.
  36. ———. Índia hindu. Colônia: Taschen, 2002. http://www.livrariacultura.com.br/p/india-hindu-657604.
  37. Summerson, John. A linguagem clássica da arquitetura. Traduzido por Sylvia Ficher. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
  38. Tzonis, Alexander, e Liane Lefaivre. Classical Architecture: The Poetics of Order. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1986.
  39. Van Zanten, David. “Just What Was Beaux-Arts Architectural Composition?” In Chinese Architecture and the Beaux-Arts, organizado por Jeffrey W Cody, Nancy S Steinhardt, e Tony Atkin, 23–37. Honolulu : [Hong Kong]: Hawai’i University Press : Hong Kong University Press, 2011. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=3413560.
  40. Burton-Page, John. Indian Islamic Architecture: Forms and Typologies, Sites and Monuments, 2008. https://ebookcentral.proquest.com/lib/univbrasilia-ebooks/detail.action?docID=467717.
  41. Cardinal-Pett, Clare. A History of Architecture and Urbanism in the Americas. New York: Routledge, 2016.
  42. Norberg-Schulz, Christian. Arquitectura occidental: la arquitectura como historia de formas significativas. Traduzido por Alcira González Malleville e Antonio Bonanno. Third. GG Reprints. Barcelona: Gustavo Gili, 1999. http://archive.org/details/norbergschulzchristian.arquitecturaoccidental1999_202001.
  43. Shaver-Crandell, Annie. A idade média. Introdução à história da arte da universidade de Cambridge. Rio de Janeiro: Zahar, 1984.

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